sábado, 21 de abril de 2012

ELIANE MARIATH DANTAS



Eliane Mariath Dantas – ALAP/Rio de Janeiro - RJ e Vice Presidente da FALARJ


Carioca, escritora, poeta e ativista cultural. Membro Honorária do CMRJ e da IWA (EUA); Membro Amiga da EsIE e do Museu Militar Conde de Linhares; Artilheira da Cultura do Forte de Copacabana; Presidente da ALAP e Vice-Presidente da FALARJ; Presidente de Honra da Federação das Academias de Letras e Artes do Acre e da Academia Brasileira de Meio Ambiente; Diretora da CONFALB; Vice-Presidente da Casa das Beiras e Vice-Presidente Fundadora do InBrasCI;  Membro Fundadora da FALARJ, da FALASP, da FALAEMG, do Centro Literário do Forte de Copacabana e da Academia de Letras e Artes Lusófonas – ACLAL (Portugal), além de pertencer a diversas coirmãs. Coordenadora dos Intercâmbios Culturais Internacionais “Brasil Portugal/Espanha” e “Brasil Cuba”. Organizadora da Antologia, da Revista Cultural e Informativa e da Antologia “Les Poètes Brésiliens à Paris”, lançada no Salon du Livre, em março de 2011 (Paris/França), todas da ALAP. Comendadora de diversas Ordens Honoríficas (no Brasil, Portugal, Itália e França) e detentora de inúmeros prêmios nacionais e internacionais, ganhos como reconhecimento ao seu trabalho e contribuição a cultura brasileira e lusófona.


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SELO ACADÊMICO DE PARCERIA

SELO ACADÊMICO DE PARCERIA

FUNÇÃO

FUNÇÃO
Promover, divulgar e premiar a arte livre, clássica ou popular, como manifestação cultural acessível ao povo, celebrizar a criação e sua autoria por um colegiado acadêmico durante um calendário vigente anual, com entrega de estatuetas de condecoração. Formação de um colegiado com quadro de Membros Acadêmicos Titulares com quarenta cadeiras subdivididas em oito modalidades de ocupação com percentual de vagas representativas de todo segmento artístico praticado na cidade, oriundo do quadro de Membros Associativos. Criar e manter um centro avançado de estudos e pesquisas artísticas para desenvolver meios investigativos para o artista, numa abordagem do trabalho artesanal criativo. Catalogar obras e emitir selos de parceria e observar aos artistas com crivo acadêmico uma visão imparcial, humanística e democrática, sobretudo orientadora nos projetos de montagens, sob a ótica que produzem sonhos e bens de consumo que requer qualidade para seu alcance de platéia e mercado.